sábado, 7 de mayo de 2011

Responsabilização, meritocracia e privatização: conseguiremos escapar ao neotecnicismo?



Aquí os traigo una visión crítica, pero bien atinada sobre la pervivencia de la ideología neoliberal en las bases sociales, educativas y políticas de cualquier país (él naturalmente habla de Brasil), las cuales, a veces sin ser nosotros verdaderemente consciente de ello, podemos consumir e integrar en nuestro ideario, y son tomadas como referente por los que tienen el poder y las decisiones en sus manos para construir una sociedad que sobre todo les satisface a ellos, pero no a todas y todos. Además estas ideas vienen vestidas con ropajes mimetizados de apariencia adecuada a nuestras necesidades sociales.
Su exposición en el Simposium organizado por ANPAE el día 28 de abril provocó un vivo debate sobre la evaluación educativa.





Resumo: Na Conferência Brasileira de Educação de 1992 nos perguntávamos se conseguiríamos, no Brasil, escapar ao desenho das políticas públicas neotecnicistas que se constituíam no interior do neoliberalismo. Quase 20 anos depois, elas avançam e continuam rondando a política pública educacional procurando se instalar apoiadas em novas teorias destinadas a perseguir as velhas finalidades. Institutos privados, ONGs, “movimentos” fartamente financiados por corporações empresariais procuram implementar a visão da educação como um subsistema do aparato produtivo, cujos objetivos são definidos, internacionalmente, pela OCDE via PISA. Para o neotecnicismo, a educação somente pode melhorar por adição de tecnologia e aumento de controle – sobre diretores, professores e alunos – via avaliação de “standards” internacionais de desempenho, responsabilização e técnicas de pagamento por meritocracia combinadas com privatização. 

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